NASA divulga vídeo incrível da sonda Parker que está “tocando” o sol

A National Aeronautics and Space Administration (NASA), agência espacial norte-americana, divulgou recentemente um vídeo da sonda Parker que está “tocando” o sol.

O vídeo mostra as correntes coronais, que são jatos de massa solar que estão escapando de nossa estrela, em um material capturado pela sonda.

Esse fenômeno costuma ocorrer durante eclipses solares, porém a sonda Parker conta com uma proteção especial, onde foi possível ver a sua ocorrência de forma mais direta.

De acordo com um comunicado divulgado pelo Laboratório de Física Aplicada da Universidade John Hopking, as estruturas podem ser vistas como filamentos brilhantes.

O comunicado também informou que o o vídeo foi compilado por um instrumento chamado Wide-field Imager for Parker Solar Probe (WISPR), da sonda.

Esse equipamento foi desenhado com o principal objetivo de estudar a densidade de partículas de carga alta, como o caso de elétrons e também a estrutura coronal.

A agência espacial norte-americana também divulgou que há uma nova passagem prevista para o fim deste mês de janeiro.

Saiba mais sobre o vídeo da sonda Parker que está “tocando” o sol

 

A sonda da agência espacial está em órbita circula aproximada ao Sol e, a cada volta, costuma se aproximar cada vez mais da estrela.

Em abril do último ano (2021), a sonda chegou à coroa, onde foi capaz de capturar mais dados e fenômenos que nunca haviam sido observados de tão perto.

Nesta época, a sonda chegou a chamada “fotosfera”, onde observou pela primeira vez os jatos solares do vídeo e, segundo a NASA, passar por esses jatos foi como voar por dentro do olho de um furacão.

O principal objetivo da sonda é identificar a origem dos “ventos solares”, como são chamadas as tempestades constituídas de partículas energéticas ejetadas pelo Sol, que costumam atravessar o sistema solar e, diversas vezes, chegam ao nosso planeta.

Quando esses ventos solares chegam à Terra, diversos efeitos são observados, como:

  • Auroras boreal;
  • Auroras austral;
  • Problemas com equipamentos eletrônicos;
  • Risco elevado de exposição à radiação para satélites;
  • Risco elevado de exposição à radiação para astronautas.

Fonte: Olhar Digital

Imagem em destaque: Foto/Reprodução NASA

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