Marcos Braz minimiza protestos no Flamengo e diz que Paulo Sousa tem apoio da ‘maioria dos jogadores’

Vice de futebol do Flamengo, Marcos Braz concedeu entrevista coletiva durante a apresentação do lateral Ayrton e do goleiro Santos, dois novos reforços do clube. Questionado sobre os protestos de torcedores em frente ao CT do Ninho do Urubu, o dirigente tratou de minimizar o tema. Na manhã desta sexta-feira, 8, jogadores do Rubro-Negro tiveram foram cercados e tiveram seus carros chutados por um grupo de flamenguistas. “Me comprometo a voltar a falar desse assunto. A gente não tem nenhum relato gravíssimo (no protesto). Vou falar com os jogadores e viajo com eles hoje. Podemos falar desse tema com calma e tranquilidade de acordo com esse tema”, disse.

Durante a programação da Jovem Pan desta semana, o comentarista Mauro Cezar Pereira afirmou que existe um conflito entre o técnico Paulo Sousa e parte do grupo de jogadores do Flamengo. De acordo com o vice de futebol do Rubro-Negro, no entanto, o treinador português possui o respaldo da diretoria e da maior parte do plantel. “Quando os resultados não vêm, a temperatura sobe. O Paulo foi contratado para fazer ajustes que precisávamos fazer. A gente era bem sabedor da qualidade e da excelência da comissão. Talvez as contratações não vieram nas posições que ele achava mais importante no momento”, comentou Marcos Braz. “O Paulo tem o nosso apoio e terá nosso apoio como de todos os jogadores, a maioria dos jogadores. A gente entende que vai passar por essa fase agora. Espero que dessa vez seja o contrário. Não ganhamos a Supercopa e o Carioca, mas que a gente seja premiado agora”, complementou.

Além disso, Marcos Braz voltou a falar que alguns jogadores sabiam da reunião que aconteceria com as organizadas – o encontro estava marcado para acontecer na última quinta-feira. “Vou falar bem pouco disso aí. É evidente que os jogadores sabiam (da reunião com torcida). Tínhamos um jogo e não queríamos falar com todos os jogadores sobre isso. Tinha jogador que estava ciente e tínhamos conversado. Os jogadores que tinham que saber, sabiam”, disse o dirigente, que explicou o motivo da reunião não ser realizada. “A reunião com os líderes de organizadas não seria apenas com os jogadores. Nós também estaríamos (Braz, Spindel, Fabinho e Juan). Nunca foi marcado para dentro do Ninho. No fim, entendemos que essas ações não deveriam acontecer e assim foi feito.”


Fonte: Jovem Pan

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