Estudo mostra que microplásticos podem prejudicar células humanas

Os microplásticos, que chegam ao corpo humano pelo ar ou pela comida, podem prejudicar as células.

Esses detritos são capazes de causar a morte das células e gerar reações alérgicas, podendo dar início a outros problemas de saúde. A conclusão é de uma pesquisa britânica publicada na Journal of Hazardous Materials.

iframesrc=”https://www.google.com/maps/embed?pb=!1m14!1m12!1m3!1d244588.63241863935!2d-41.902331342719094!3d-16.6920201311938!2m3!1f0!2f0!3f0!3m2!1i1024!2i768!4f13.1!5e0!3m2!1spt-BR!2sbr!4v1639401536905!5m2!1sptBR!2sbr” width=”600″ height=”450″ style=”border:0;” allowfullscreen=”” loading=”lazy“>iframe

No entanto, ainda não se sabe ao certo o real risco que os microplásticos representam, já que não há dados suficientes sobre como eles podem ser excretados do corpo.

Os cientistas analisaram 17 estudos toxicológicos sobre o impacto desses resíduos, comparando a concentração de microplásticos que afetam as células à que é ingerida pelos seres humanos por meio do consumo de água e comida contaminadas. 

As pesquisas analisadas pelos cientistas encontraram alto nível de contaminação em produtos provenientes do marFonte:  Shutterstock 

As pesquisas concluíram que a contaminação da água potável, de frutos do mar e sal de mesa gerou altos níveis de exposição humana aos microplásticos. Em seguida, os cientistas compararam esses níveis à quantidade de resíduos que haviam causado danos às células em estudos toxicológicos.

Apesar dessas consequências, os pesquisadores afirmam que são necessários novos estudos que mostrem o que acontece depois que esses detritos entram no corpo humano.  

Os microplásticos têm origem em resíduos industriais e residenciais e podem ser encontrados em todo o meio ambiente, do Saara à Antártica e até na atmosfera terrestre. 

A previsão é de que, com contínuo descarte inadequado do lixo, esses detritos ampliem sua presença no ambiente.

Veja a postagem original em: TecMundo