Empresas lançam iniciativa para popularizar carro elétrico no Brasil

Sob a liderança da empresa e aplicativo de transporte individual 99, formou-se neste mês de abril uma coalização de nove companhias do setor de mobilidade urbana – a Aliança pela Mobilidade Sustentável – com o objetivo de impulsionar a infraestrutura de veículos sustentáveis. A ideia é democratizar os carros elétricos no Brasil.

Tendo como parceiras as empresas CAOA Cherry, Ipiranga, Movida, Raízen, Tupinambá Energia, Unidas e Zletric, a 99 estabeleceu as seguintes metas: aumentar a participação de veículos elétricos nas vendas, dos atuais 2% para 10% até 2025; criar 10 mil estações públicas de carregamento no País até 2025 (hoje são 1.500); lançar, no mínimo, 300 automóveis elétricos neste ano, 10 mil até 2025 e alcançar 100% da frota elétrica até 2030.

Fonte: Mário Miranda/99/Divulgação.Fonte:  Mário Miranda/99/Divulgação. 

Como a aliança pretende viabilizar a adoção de carros elétricos no Brasil?

Para tornar veículos de matriz energética limpa mais acessíveis aos motoristas parceiros da 99, tanto em termos financeiros como de infraestrutura, a aliança pretende impulsionar a infraestrutura para eletrificação da frota brasileira como um todo: criando postos públicos de recarga, diminuindo barreiras para a aquisição de elétricos, facilitando seu aluguel entre motoristas de aplicativo, fornecendo apoio às montadoras e às empresas da cadeia produtiva.

Para viabilizar essas ações, a parceria está sendo coordenada pelo DriverLAB, centro de inovações da 99 que é focado nos motoristas parceiros. Já anunciados no mês passado (15), os investimentos chegarão a R$ 250 milhões nos próximos três anos, sendo R$ 100 milhões ainda neste ano.

De acordo com o diretor do DriverLAB, Thiago Hipólito, o fato de o aplicativo ter 750 mil motoristas parceiros atuando fornece grande escala para incentivar a demanda por veículos elétricos e reduzir os custos de produção. “A gente é capaz de girar toda a indústria e favorecer o consumidor, seja ele condutor de app ou não”, conclui o executivo.

Veja a postagem original em: TecMundo

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