Cientistas criaram um peixe-robô capaz de acabar com plásticos dos oceanos: veja

Os micros plásticos têm se espalhado, dos oceanos aos continentes, pelo planeta terra e trazem sérias consequências, para a sobrevivência de espécies da vida marinha. Portanto, cientistas chineses trabalham no desenvolvimento de um peixe-robô. A ideia é que o peixe possa nadar pelos mares.

Se alimentando das pequenas partículas de plásticos. Os pesquisadores da universidade do Arizona, nos Estados Unidos, encontraram pequenas partículas de plásticos, em 47 amostras de tecidos humanos. Analisadas, incluindo pulmão, figado, baço e rins.

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Os cientistas têm dificuldades em realizar estudos

Os cientistas têm dificuldades em realizar estudos do tipo, na área é a questão da medição. Porque isso os cientistas definem micoplasmáticos como fragmentos com menos de 5 mm de diâmetro, além disso, outro composto plástico encontrado, foram os nanoplásticos, sendo ainda menores.

Portanto, a revista científica, Nano Letters publicou um estudo sobre o peixe-robô. Que foi coordenado por pesquisadores do instituto de pesquisas, de polímeros da universidade de Sichuan na China, caso as pesquisas avancem conforme o esperado, está tecnologia pode revolucionar a forma, como lidamos com o plástico.

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Entretanto, é de grande importância desenvolver, um peixe-robô para coletar e mostrar com precisão,  os poluentes microplásticos prejudiciais do ambiente aquático, afirma pesquisadora e uma das autoras do estudo, Yuyan Wang, para o jornal The Guardian. “Até onde sabemos esse é o primeiro exemplo de um  peixe-robô.”

Como funciona o peixe-robô?

O importante é que o peixe-robô possa nadar, para cobrir áreas onde as concentrações de microplásticos é muito alta. E assim espera-se que ele  consiga capturar essas partículas plásticas, fluentes apenas da superfície da água. O robô, pode absorver poluentes de forma estável.

O peixe-robô consegue absorver pedaços de microplásticos, porque os corantes orgânicos, antibióticos e metais pesados, nos microplásticos tem fortes ligações químicas, e interações eletrostáticas com os materiais usados, em suas composições. A invenção mede apenas 13 mm.

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Veja a postagem de horigem em: Engenharia Hoje

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