Biden nega “pânico” com ômicron e descarta medidas adicionais

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Presidente americano disse que, com uso de máscaras e vacinação, não haverá “necessidade” de lockdowns nos EUA| Foto: EFE/EPA/Oliver Contreras

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, considerou nesta
segunda-feira (29) que a nova variante da Covid-19, denominada ômicron, “é
motivo de preocupação, mas não de pânico”, e disse que os especialistas não
acreditam que “medidas adicionais” sejam necessárias no país.

Biden deu esta declaração durante um discurso na Casa
Branca, acompanhado pelo epidemiologista-chefe do governo dos EUA, Anthony
Fauci.

O presidente ressaltou que o país está em uma “situação melhor”
do que no Natal do ano passado, e pediu aos cidadãos que busquem o reforço das
vacinas disponíveis nos Estados Unidos.

A nova variante, identificada pela primeira vez na África do
Sul, “é motivo de preocupação, mas não de pânico”, disse Biden, reconhecendo
que é “quase inevitável” que “em algum momento” a nova variante chegue ao país.

A partir desta segunda-feira, os EUA impuseram restrições aos viajantes da África do Sul e de sete outros países da África Austral. “Ainda não acreditamos que medidas adicionais serão necessárias”, acrescentou, e defendeu essas limitações para “ganhar tempo” e aumentar a vacinação no país.

“Se as pessoas forem vacinadas e usarem máscara”, acrescentou, “não há necessidade de confinamento.” Os Estados Unidos, o país mais atingido pela pandemia com mais de 775 mil mortes, tem quase 60% de sua população totalmente vacinada, e cerca de 20% já receberam a dose de reforço.

Fonte: Gazeta do Povo
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