Investigação aponta envolvimento do PCC em mega-ataque a empresa de valores em Eunápolis, diz jornal

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) identificou as digitais do Primeiro Comando da Capital (PCC) no mega-ataque contra a sede regional da empresa de valores Prosegur em Eunápolis, no Extremo Sul baiano, terça-feira (6/3), segundo divulgou o Correio neste domingo (11/3).

O envolvimento do PCC foi revelado à Coluna Satélite,  por fontes do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), unidade da Polícia Civil que concentra as investigações sobre o caso. Além do modus operandi típico dos assaltos cinematográficos orquestrados pelo PCC, uma série de indícios liga a facção paulista à ação que aterrorizou a cidade de Eunápolis, como o tipo de munição utilizado pelos bandidos, diz a publicação.

Logo após o ataque, investigadores recolheram várias cápsulas de Lapua .338 Magnum, calibre fabricado para fuzis de precisão. Feita artesanalmente e vendida por cerca de R$ 100 cada, a munição é a preferida dos atiradores de elite do PCC. O uso de carros blindados e de carga de explosivos em pranchas de madeira, outra marca da facção, também reforçaram as suspeitas.

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