Segundo IBGE, PIB baiano recua 3,4%

As contribuições negativas ficaram por conta da indústria (-7,9%) e o setor de serviços (-3%). Em contrapartida, como fator atenuante da queda, aparece o setor da agropecuária com crescimento de 9,9%, de um ano para o outro.

Com o resultado, a economia baiana ficou em 11º lugar das quedas mais intensas entre os 27 estados e registra a maior retração da série história, iniciada em 2002. A retrospectiva mostra que a Bahia só havia sofrido redução em 2009, de 0,3%. Ineditamente, todas as demais unidades federativas também sofreram perdas.

Ao fazer um apanhado do período completo de 2002 a 2015, é visível um crescimento anual de 3% da Bahia, bem próximo do nacional (2,9%), mas ainda abaixo da média para o Nordeste (3,3%). Apesar do quociente insatisfatório, é observado que o estado teve o segundo maior ganho de participação no PIB do Brasil – empatado com São Paulo, Distrito Federal e Rio Grande do Sul –, de 3,9% em 2014 para 4,1% em 2015. Assim, figura como o 7º no ranking de contribuição para a economia brasileira.

O estado baiano ocupa agora a 17ª posição relativa da variação em volume do PIB. Em relação ao PIB per capita, o estado está na 21ª colocação, com o valor de R$ 16.115,89. O maior PIB per capita foi o do Distrito Federal (R$ 73.971,05), enquanto o Maranhão teve o menor (R$ 11.366,23).

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