GOIÁS: Apenas cinco servidores faziam a guarda dos 768 presos, que se rebelaram

Após a rebelião que deixou nove mortos e 14 feridos na Colônia Agroindustrial do Regime Semiaberto, no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia (GO), o Governo de Goiás concedeu entrevista coletiva para explicar o massacre.

Segundo o superintendente executivo de Administração Penitenciária, tenente-coronel Newton Castilho, informou ao Metrópoles, no momento do motim, apenas cinco servidores faziam a guarda dos 768 detentos.

A recomendação do Ministério da Justiça é de que haja um agente para cada cinco presos, no local havia um para cada 153. Após o motim, durante revista no local, foram encontrados com os detentos, além de armas brancas, uma pistola 9mm e um revólver calibre .38. Os nove presidiários assassinados tiveram os corpos carbonizados, sendo que dois deles acabaram decapitados.

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