Propagandear “Lula livre” é no mínimo ser conivente com o crime!

*Por Irlando Oliveira

Cediço por demais, o ex-presidente comunista — o da estrela vermelha —, foi devidamente preso consoante processo crime muito bem conduzido pelo Juiz Federal Sérgio Moro, na Operação Lava Jato, sendo enquadrado por corrupção e lavagem de dinheiro, delitos estes abomináveis, vez que se achava investido do mais alto cargo do executivo federal, devendo, portanto, dar bons exemplos aos cidadãos brasileiros.

Deixando-se navegar na onda vermelha que arrasou o país nesses últimos anos, seus asseclas, completamente sem noção de bom senso e de bons costumes, insistem, levianamente, em ostentar nas suas vestimentas ou faixas os dizeres “Lula livre”, promovendo um criminoso, levando os incautos a entenderem que a postura do “líder” comunista foi correta, como a dizer aos seus seguidores que “o crime compensa”.

Ora, tal conduta se reveste da mais ousada falta de respeito aos brasileiros trabalhadores, que dão duro para sustentar suas famílias, muitas das vezes recebendo salários pífios, em razão da política econômica estúpida, a qual todos nós estamos submetidos, já que são “eles” que as ditam!

Diante dos últimos acontecimentos, sobretudo da referida operação, nos sentimos envergonhados ao ver postura equivocada de tais personalidades, as quais certamente estão preocupadas com suas “ideologias político-partidárias”, em detrimento dos reais anseios da nação brasileira, que já não suporta mais os altos índices de criminalidade, que nos deixam literalmente reféns dessa corja vermelha que tanto fez por conduzir o país ao caos que estamos vivendo na atual conjuntura!

Assim, ostentar o mencionado dístico é fazer apologia ao crime! É apregoar que o crime compensa! O Brasil necessita acompanhar os avanços do mundo; precisa avançar rumo à ordem e ao progresso, tão ausente ultimamente no cenário nacional, ultrajado demasiadamente por esses comunistas, que insistem em conduzir o país à anarquia e à anomia!

* Irlando Lino Magalhães Oliveira é Tenente-Coronel da Reserva Remunerada da Polícia Militar da Bahia, escritor e ensaísta

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