Funaro instruiu esposa a atender telefonemas de Geddel

“Ela tinha medo de ser monitorada ou ele isso poder configurar obstrução de Justiça e ela falou: ‘Ah, acho que vou parar de atender ele’. Eu falei: ‘não pare que se não ele vai achar que eu estou fazendo delação’”, relata. No momento desta orientação, o operador já negociava com a Procuradoria-Geral da República (PGR). Os contatos, segundo Funaro, tinham a intenção de monitorar o seu humor. “Ele queria saber o que eu estava fazendo”. *AgBRB

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