“Cabe a Marinha”, diz diretor da Agerba sobre segurança. Já são 22 vítmas fatais

O inquérito que irá investigar as causas do naufrágio da embarcação Cavalo Marinho I na manhã desta quinta-feira (24), deve ser aberto nos próximos dias. A embarcação virou com cerca de 130 pessoas após deixar o Terminal Hidroviário de Mar Grande, em Vera Cruz, na Ilha de Itaparica.  pelo menos 22 pessoas morerram e mais de 20 foram resgatados do mar. Uma criança de dois anos está entre as vítimas fatais.

Sobre a responsabilidade em garantir a segurança da embarcação, o diretor-executivo da Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transporte e Comunicações da Bahia (Agerba), Eduardo Pessoa, afirmou a jornalistas que a “questão da segurança naval” das embarcações cabe à Marinha, e não ao órgão estadual, que é responsável pela fiscalização da travessia Salvador- Mar Grande.

“O barco é vistoriado pela Marinha. Todas as oito lanchas que operam estão com a documentação em dia. Essa questão da segurança naval é da Marinha. A Agerba acompanha porque nós temos o cadastro e a documentação”, afirmou, em entrevista coletiva nesta quinta.

Número de morto sobe para 22

A Marinha confirmou que o número de mortos na tragédia com a lancha Cavalo Marinho I subiu para 22. Dezessete corpos foram resgatados em Mar Grande e cinco em Salvador.

 

 

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